Memorias de Uma Gueixa (2005)

É interessante, quando me pego revendo certos filmes, como desse que vou falar agora. Hoje de madrugada passou na Globo o filme Memorias de Uma Gueixa. Um filme belíssimo, rico em detalhes e rico em contar a historia de uma menina que é vendida a uma Okiyaa (casa de formação de Gueixas no Japão) em plena segunda Guerra Mundial. Chiyo com 9 anos, tem de trabalhar para pagar o teto a onde dorme, as roupas que veste e a comida que come. Trabalho escravo, e sem ter muito o que se fazer naquela época. Quando desiludida com sua sorte, ela conhece ainda criança um homem importante, que é conhecido como Presidente, e que lhe paga um sorvete e lhe da um lenço com algumas moedas. Chiyo vai ao templo e pede para que algum dia ele possa reencontra-lo.
 Ela cresce e vira uma moça linda de lindos e magníficos olhos azuis. Chiyo já com idade para se tornar uma Gueixa, é auxiliada e ensinada por Mameha, uma gueixa requintada e solicitada para atender e entreter os homens. Ela lhe ensina a arte da dança, da maquiagem, de se vestir corretamente, a andar, a falar e a se dedicar a servir e distrair os clientes que contravam os serviços de uma gueixa. Mameha decide mudar o nome dela, para Sayuri. 
Mas na Okiyaa em que viveu a sua adolescencia, havia uma gueixa chamada Hatsumomo, linda, mas que nunca gostou de Chiyo / Sayuri, pois o ciume e a inveja eram claras quando ela via os lindos olhos azuis da rival.
Muitas coisas acontecem, e um dia o amor platônico que Sayuri sempre cultivou em seu coração, pelo homem da sua infância, floresce como as cerejeiras do Japão.
Esse filme ganhou Oscar de melhor direção de arte, fotografia e figurino em 2006.
O mais interessante desse elenco espetacular, é a procedência deles. 
Ken Watanabe (21/10/1953) é o único japonês, já Michelle Yeon (06/08/1962) que vive Mameha, é da Malásia. 
Gong Li (31/12/1965) que vive a invejosa Hatsumomo é chinesa. 
E a atriz principal Zhang Ziyi (09/02/1979) também chinesa é Chyio / Sayuri.
Um filme lindo, com uma historia de amor verdadeiro de ambas as partes, e que vale a pena sempre assistir.

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